Dor que não passa, que volta sempre, que tira o sono e atrapalha o trabalho, o lazer e os relacionamentos. A dor crônica deixa de ser um sintoma e passa a ser uma doença em si, com impacto direto no corpo e na vida emocional.
A dor é considerada crônica quando persiste por mais de três meses, retorna em ciclos repetidos ou permanece mesmo após a cicatrização da lesão original. Nesse cenário, o sistema nervoso fica mais sensível e a dor passa a ser amplificada por estímulos que antes não causavam desconforto.
Por isso, tratar dor crônica é diferente de tratar dor aguda: exige investigação cuidadosa e abordagem combinada entre médico, fisioterapeuta e, quando necessário, outras especialidades.
Para que serve o tratamento de dor crônica?
O acompanhamento pode auxiliar em condições como:
- Fibromialgia
- Lombalgia crônica
- Cervicalgia crônica
- Cefaleia e enxaqueca recorrentes
- Dor neuropática
- Dor pós-cirúrgica persistente
- Dor miofascial
- Artrose
- Dor pélvica crônica
Dor crônica tem cura?
Em muitos casos, sim. Em outros, o objetivo é reduzir a intensidade da dor, melhorar a função e devolver qualidade de vida. A resposta depende da causa, do tempo de evolução e da adesão ao plano terapêutico, mas a maioria dos pacientes percebe ganhos significativos com o tratamento adequado.
Por que tratamento multidisciplinar?
A dor crônica raramente tem uma única causa. Ela envolve aspectos físicos, posturais, emocionais e de estilo de vida. Por isso, médico, fisioterapeuta, acupunturista e nutricionista podem atuar em conjunto, cada profissional contribuindo com uma frente do cuidado.
Tratamento individualizado no CID
No CID, o paciente é avaliado por uma equipe integrada e recebe um plano construído sob medida, combinando recursos como fisioterapia, terapia manual, agulhamento, acupuntura e orientação médica, sempre voltado para o resultado que faz diferença na rotina.







